{"id":2888,"date":"2014-10-22T11:43:59","date_gmt":"2014-10-22T14:43:59","guid":{"rendered":"https:\/\/ncep.ufpr.br\/?page_id=2888"},"modified":"2014-10-22T11:43:59","modified_gmt":"2014-10-22T14:43:59","slug":"jornal-a-laje","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/ncep.ufpr.br\/?page_id=2888","title":{"rendered":"Jornal A Laje"},"content":{"rendered":"<p>O jornal A Laje \u00e9 um projeto do NCEP em parceria com o Movimento Nacional de Popula\u00e7\u00e3o de Rua (MNPR) e sua proposta \u00e9 ser um ve\u00edculo de comunica\u00e7\u00e3o produzido para e sobre a popula\u00e7\u00e3o em situa\u00e7\u00e3o de rua, com pautas que atendam aos interesses e necessidades da classe.<\/p>\n<p>O projeto \u00e9 desenvolvido com reuni\u00f5es semanais \u00e0s ter\u00e7as-feiras na sede do MNPR, que atualmente situa-se na Rua 21 de Abril, n\u00famero 119, no bairro Alto da Gl\u00f3ria. \u00c9 neste momento que as pautas s\u00e3o discutidas, informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o apuradas, distribu\u00eddas tarefas e divulgados eventos relevantes. Participam das reuni\u00f5es membros do NCEP e alguns representantes do MNPR. Eventualmente, os membros do projeto saem a campo para fazer mat\u00e9rias com pessoas em situa\u00e7\u00e3o de rua. A reda\u00e7\u00e3o da maior parcela do conte\u00fado, a revis\u00e3o e a diagrama\u00e7\u00e3o do ve\u00edculo \u00e9 de responsabilidade do NCEP. A impress\u00e3o fica a cargo de sindicatos que se revezam para imprimir a tiragem atual de mil exemplares por edi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A parceria teve in\u00edcio em setembro de 2010 e a primeira edi\u00e7\u00e3o d&#8217;A Laje foi lan\u00e7ada no dia 12 de novembro do mesmo ano, durante o Encontro sobre a Sa\u00fade da Popula\u00e7\u00e3o em Situa\u00e7\u00e3o de Rua. At\u00e9 agora foram publicadas mais de vinte edi\u00e7\u00f5es. O projeto foi idealizado pelo coordenador nacional do MNPR e ex-morador de rua Leonildo Monteiro Filho.<\/p>\n<p>At\u00e9 a edi\u00e7\u00e3o n\u00famero 14 o jornal era impresso em formato A4, frente e verso. Posteriormente passou a ser impresso em papel A3, dobrado ao meio, com um total de quatro p\u00e1ginas e assim \u00e9 feito at\u00e9 as edi\u00e7\u00f5es mais recentes. Uma reforma gr\u00e1fica est\u00e1 sendo planejada, com o objetivo de aprimorar a identidade visual e imprimir edi\u00e7\u00f5es futuras a cores e em outro tipo de papel.<\/p>\n<p>O projeto conta ainda com um blog desde setembro de 2011, em que divulga as vers\u00f5es digitais do ve\u00edculo, al\u00e9m de outras informa\u00e7\u00f5es e mat\u00e9rias relacionadas com a proposta d&#8217;A Laje. H\u00e1 tamb\u00e9m uma p\u00e1gina no Facebook, criada em maio de 2012, na qual s\u00e3o divulgadas as atividades do projeto.<\/p>\n<p>A Laje tem por objetivo ser um meio de luta para reivindicar os direitos da popula\u00e7\u00e3o em situa\u00e7\u00e3o de rua. Para isso, tem acompanhado, divulgado e feito a cobertura de eventos, campanhas e a\u00e7\u00f5es com foco na popula\u00e7\u00e3o de rua, como o Dia de Lutas, a Campanha do Agasalho e o Consult\u00f3rio na Rua. Quando necess\u00e1rio, o jornal tamb\u00e9m denuncia casos de injusti\u00e7a e descaso contra a classe. Al\u00e9m destas pautas, h\u00e1 tamb\u00e9m as colunas &#8221;Entendendo(o) Direito&#8221;, com explica\u00e7\u00f5es e orienta\u00e7\u00f5es jur\u00eddicas; &#8221;Se Liga A\u00ed, Meu Irm\u00e3o&#8221;, que \u00e9 escrita por um representante do MNPR com algum recado para os que vivem em situa\u00e7\u00e3o de rua; &#8221;Perfil&#8221;, contando a hist\u00f3ria e a\u00e7\u00f5es de pessoas e entidades envolvidas na causa; e o &#8221;Perfil Das Ruas&#8221;, que conta hist\u00f3rias de quem vive a realidade de n\u00e3o ter endere\u00e7o e desconstruindo estere\u00f3tipos presentes na sociedade.<\/p>\n<p>Entre os projetos desenvolvidos pelo NCEP, A Laje tem especificidades que a tornam diferente dos demais, em que, depois que os envolvidos aprendem a lidar com as ferramentas de comunica\u00e7\u00e3o, o N\u00facleo se retira e o ve\u00edculo de comunica\u00e7\u00e3o segue de forma aut\u00f4noma. Essa particularidade se d\u00e1, principalmente, devido \u00e0 grande rotatividade dos membros do MNPR. Por estar em recupera\u00e7\u00e3o de depend\u00eancia qu\u00edmica e\/ou alco\u00f3lica, existe a dificuldade em um membro do movimento assumir e se manter na lideran\u00e7a do jornal, impedindo a conquista de autonomia e gerando a necessidade da presen\u00e7a constante do NCEP para que o projeto perdure.<\/p>\n<p>Quaisquer que sejam as dificuldades encontradas, A Laje segue como instrumento de milit\u00e2ncia a favor dos direitos e de divulga\u00e7\u00e3o das demandas e conquistas deste grupo marginalizado.<\/p>\n<p>Para acessar todas as edi\u00e7\u00f5es do Jornal A Laje do seu computador, clique no link: <a href=\"http:\/\/issuu.com\/alaje\">Jornal A Laje<br \/>\n<\/a><\/p>\n<div id=\"_mcePaste\" style=\"position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;\">\n<p style=\"text-indent: 1.5cm; margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; widows: 0; orphans: 0;\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: Times New Roman,serif;\"><span style=\"font-size: small;\">O jornal A Laje \u00e9 um projeto do NCEP em parceria com o Movimento Nacional de Popula\u00e7\u00e3o de Rua (MNPR) e sua proposta \u00e9 ser um ve\u00edculo de comunica\u00e7\u00e3o produzido para e sobre a popula\u00e7\u00e3o em situa\u00e7\u00e3o de rua, com pautas que atendam aos interesses e necessidades da classe.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-indent: 1.5cm; margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; widows: 0; orphans: 0;\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: Times New Roman,serif;\"><span style=\"font-size: small;\">O projeto \u00e9 desenvolvido com reuni\u00f5es semanais \u00e0s ter\u00e7as-feiras na sede do MNPR, que atualmente situa-se na Rua 21 de Abril, n\u00famero 119, no bairro Alto da Gl\u00f3ria. \u00c9 neste momento que as pautas s\u00e3o discutidas, informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o apuradas, distribu\u00eddas tarefas e divulgados eventos relevantes. Participam das reuni\u00f5es membros do NCEP e alguns representantes do MNPR. Eventualmente, os membros do projeto saem a campo para fazer mat\u00e9rias com pessoas em situa\u00e7\u00e3o de rua. A reda\u00e7\u00e3o da maior parcela do conte\u00fado, a revis\u00e3o e a diagrama\u00e7\u00e3o do ve\u00edculo \u00e9 de responsabilidade do NCEP. A impress\u00e3o fica a cargo de sindicatos que se revezam para imprimir a tiragem atual de mil exemplares por edi\u00e7\u00e3o.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"margin-right: 0.14cm; text-indent: 1.27cm; margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; widows: 0; orphans: 0;\"><a name=\"page19\"><\/a> <span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: Times New Roman,serif;\"><span style=\"font-size: small;\">A parceria teve in\u00edcio em setembro de 2010 e a primeira edi\u00e7\u00e3o d&#8217;A Laje foi lan\u00e7ada no dia 12 de novembro do mesmo ano, durante o Encontro sobre a Sa\u00fade da Popula\u00e7\u00e3o em Situa\u00e7\u00e3o de Rua. At\u00e9 agora foram publicadas mais de vinte edi\u00e7\u00f5es. O projeto foi idealizado pelo coordenador nacional do MNPR e ex-morador de rua Leonildo Monteiro Filho.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-indent: 1.5cm; margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; widows: 0; orphans: 0;\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: Times New Roman,serif;\"><span style=\"font-size: small;\">At\u00e9 a edi\u00e7\u00e3o n\u00famero 14 o jornal era impresso em formato A4, frente e verso. Posteriormente passou a ser impresso em papel A3, dobrado ao meio, com um total de quatro p\u00e1ginas e assim \u00e9 feito at\u00e9 as edi\u00e7\u00f5es mais recentes. Uma reforma gr\u00e1fica est\u00e1 sendo planejada, com o objetivo de aprimorar a identidade visual e imprimir edi\u00e7\u00f5es futuras a cores e em outro tipo de papel.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-indent: 1.5cm; margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; widows: 0; orphans: 0;\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: Times New Roman,serif;\"><span style=\"font-size: small;\">O projeto conta ainda com um blog desde setembro de 2011, em que divulga as vers\u00f5es digitais do ve\u00edculo, al\u00e9m de outras informa\u00e7\u00f5es e mat\u00e9rias relacionadas com a proposta d&#8217;A Laje. H\u00e1 tamb\u00e9m uma p\u00e1gina no Facebook, criada em maio de 2012, na qual s\u00e3o divulgadas as atividades do projeto.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-indent: 1.73cm; margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; widows: 0; orphans: 0;\"><a name=\"page21\"><\/a> <img decoding=\"async\" src=\"data:\" alt=\"\" hspace=\"12\" align=\"left\" \/><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: Times New Roman,serif;\"><span style=\"font-size: small;\">A Laje tem por objetivo ser um meio de luta para reivindicar os direitos da popula\u00e7\u00e3o em situa\u00e7\u00e3o de rua. Para isso, tem acompanhado, divulgado e feito a cobertura de eventos, campanhas e a\u00e7\u00f5es com foco na popula\u00e7\u00e3o de rua, como o Dia de Lutas, a Campanha do Agasalho e o Consult\u00f3rio na Rua. Quando necess\u00e1rio, o jornal tamb\u00e9m denuncia casos de injusti\u00e7a e descaso contra a classe. Al\u00e9m destas pautas, h\u00e1 tamb\u00e9m as colunas &#8221;Entendendo(o) Direito&#8221;, com explica\u00e7\u00f5es e orienta\u00e7\u00f5es jur\u00eddicas; &#8221;Se Liga A\u00ed, Meu Irm\u00e3o&#8221;, que \u00e9 escrita por um representante do MNPR com algum recado para os que vivem em situa\u00e7\u00e3o de rua; &#8221;Perfil&#8221;, contando a hist\u00f3ria e a\u00e7\u00f5es de pessoas e entidades envolvidas na causa; e o &#8221;Perfil Das Ruas&#8221;, que conta hist\u00f3rias de quem vive a realidade de n\u00e3o ter endere\u00e7o e desconstruindo estere\u00f3tipos presentes na sociedade.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"margin-left: 0.04cm; text-indent: 1.13cm; margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; widows: 0; orphans: 0;\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: Times New Roman,serif;\"><span style=\"font-size: small;\">Entre os projetos desenvolvidos pelo NCEP, A Laje tem especificidades que a tornam diferente dos demais, em que, depois que os envolvidos aprendem a lidar com as ferramentas de comunica\u00e7\u00e3o, o N\u00facleo se retira e o ve\u00edculo de comunica\u00e7\u00e3o segue de forma aut\u00f4noma. Essa particularidade se d\u00e1, principalmente, devido \u00e0 grande rotatividade dos membros do MNPR. Por estar em recupera\u00e7\u00e3o de depend\u00eancia qu\u00edmica e\/ou alco\u00f3lica, existe a dificuldade em um membro do movimento assumir e se manter na lideran\u00e7a do jornal, impedindo a conquista de autonomia e gerando a necessidade da presen\u00e7a constante do NCEP para que o projeto perdure.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"margin-left: 0.04cm; text-indent: 1.06cm; margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; widows: 0; orphans: 0;\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: Times New Roman,serif;\"><span style=\"font-size: small;\">Quaisquer que sejam as dificuldades encontradas, A Laje segue como instrumento de milit\u00e2ncia a favor dos direitos e de divulga\u00e7\u00e3o das demandas e conquistas deste grupo marginalizado.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O jornal A Laje \u00e9 um projeto do NCEP em parceria com o Movimento Nacional de Popula\u00e7\u00e3o de Rua (MNPR) e sua proposta \u00e9 ser um ve\u00edculo de comunica\u00e7\u00e3o produzido para e sobre a popula\u00e7\u00e3o em situa\u00e7\u00e3o de rua, com pautas que atendam aos interesses e necessidades da classe. 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